Heli apresenta suas empilhadeiras autônomas

Destaque na Intermodal South America foi a apresentação no Brasil das empilhadeiras autônomas da Heli, trazidas ao país pelo Grupo KMR, por meio da Heli Brasil.
A novidade marca a entrada da empresa em uma nova frente de automação da intralogística e chega respaldada pela estrutura que o grupo já consolidou no mercado nacional, com liderança em empilhadeiras elétricas, rede de mais de 150 dealers, pós-venda robusto e estoque estratégico de peças para toda a linha.


Os equipamentos da linha AGV, sigla para Automated Guided Vehicle, linha de veículos guiados automaticamente, são capazes de operar em rotas pré-definidas com funções de segurança e transferência de carga.
Os modelos apresentam diferentes configurações para movimentação interna, como pallet transporters, stackers, reach trucks, contrabalançadas, wide leg stackers, tuggers e underride AGVs, além de recursos como recarga lateral automática, troca entre modo manual e automático com um clique, tecnologia de reconhecimento de posição do pallet e navegação SLAM, sistema que permite localizar o equipamento e mapear o ambiente simultaneamente.
Novo patamar
“A presença dessa tecnologia na Intermodal reforça a evolução da intralogística no Brasil, que já avança na adoção de soluções autônomas em diferentes operações. Com a linha AGV, ampliamos nossa atuação em projetos mais complexos, com foco em eficiência, previsibilidade e integração com sistemas de controle” diz Kelly Rech, presidente do conselho do Grupo KMR e cofundadora da Heli Brasil.
Nos projetos já desenvolvidos com essa tecnologia, a operação contínua contribui para reduzir custos, elevar a eficiência e ampliar a integração com sistemas de gestão e controle, enfatiza Kelly. Os modelos autônomos foram desenvolvidos para atender operações em setores como logística, portos e agronegócio.
“Esses modelos mostram que a automação da intralogística já pode ser aplicada de forma concreta em diferentes operações. São equipamentos desenvolvidos para atender demandas por segurança, previsibilidade e alto desempenho, com potencial para transformar a rotina de movimentação de cargas no país.”

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