Mercedes-Benz compareceu à Lat.Bus 2026 com toda força de seu portfólio completo e com uma novidade no melhor estilo de arrasa quarteirão. O lançamento do eCity, um urbano que chega no próximo ano, especialmente desenvolvido para a faixa de maior sucesso de vendas no Brasil, a dos chassis OF, de motor dianteiro.
O CEO da montadora, Denis Güvin, acredita que o eCity se transformará num grande sucesso também no mercado de elétricos, do qual a Mercedes-Benz já participa com 50% das vendas. “Graças ao nosso conhecimento do mercado, o eCity já vem encarroçado, na configuração de 12 metros e autonomia de 150 quilômetros”, disse.
Ou seja, o projeto do eCity é a concretização dos sonhos do empresariado que atende ao transporte urbano de passageiros. É a receita exata feita com os ingredientes listados pelos próprios empresários do ramo.
Tecnologia para todos
“Com esse lançamento, o nosso OF, o campeão de vendas no segmento urbano brasileiro, agora ganha sua versão elétrica à bateria”, comemora Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil (foto).
“O eCity é um produto que nasce com a missão de democratizar o acesso à tecnologia elétrica e acelerar a transformação da mobilidade urbana, chegando também às cidades de médio e pequeno porte, oferecendo para isso um custo competitivo às operadoras.”
O novo produto junta-se ao cardápio que a empresa oferece ao mercado. O eCity, tem como base o chassi de ônibus da família OF, linha consagrada especialmente no transporte coletivo urbano.
Para pequenas e médias
“A chegada do eCity ao mercado está prevista para 2027, com uma importante novidade comercial”, explica Barbosa. “Este modelo será comercializado já encarroçado, simplificando o processo de aquisição para os operadores e tornando a adoção da tecnologia elétrica mais acessível e eficiente”.
Além de uma autonomia de 150 km, que permite ao carro atender a maciça maioria dos municípios brasileiros, o fato da comercialização de um ônibus integral é um cheque mate quanto a agilidade do atendimento e a disponibilidade do veículo. A racionalização do processo fecha com a assessoria aos clientes pelo time de tecnologia da Mercedes-Benz.
Mas não é só. Com o suporte da tecnologia eBus Go, técnicos da marca acionam as ferramentas que calculam com precisão a autonomia de cada rota, ajudando as empresas a planejar melhor a operação da sua frota elétrica.
Telemetria de fábrica
Os operadores do elétrico Mercedes-Benz contarão com outra ajuda importante. Os veículos elétricos da marca também contarão com telemetria de fábrica, que acompanhará em tempo real a quilometragem rodada, trazendo mais controle, eficiência e segurança para a gestão da frota.
Walter Barbosa, acrescenta que a arquitetura desse chassi foi desenvolvida especialmente para atender também cidades de pequeno e médio porte que buscam uma solução elétrica prática, econômica e adequada às condições encontradas no Brasil e América Latina.
“Com um investimento inicial mais acessível e um custo total de operação bastante competitivo, o eCity vai ampliar as oportunidades para que operadores e gestores públicos acelerem sua jornada rumo a uma mobilidade urbana mais sustentável.”
Já disponíveis
Novidade imediata é o início das vendas do eO500UA, o articulado elétrico da montadora. Já o eO500U, ônibus elétrico urbano Padron à bateria é um case de sucesso, especialmente na cidade de São Paulo.
“São aproximadamente 400 unidades do nosso eO500U em circulação na capital paulista. Com a crescente penetração desse modelo no mercado e o início das vendas da versão articulada, estamos muito confiantes de que, com esse portfólio, teremos solução completa para a crescente demanda de eletromobilidade no país”, afirma Walter Barbosa.
Segundo o executivo, a expansão da frota rodante do eO500U reflete a importância do trabalho conjunto da marca com operadores e gestores públicos, voltado à construção de soluções viáveis e sustentáveis para a mobilidade urbana. “Nosso papel vai além do fornecimento do veículo. Envolve planejamento, suporte e acompanhamento contínuo das operações”, acrescenta ele.



