Super Terminais cresce 13% na Amazônia

A Super Terminais destacou durante a Intermodal South America 2026, seus planos de operação na Amazonia. No evento destacou sua agenda estratégica centrada em inovação, sustentabilidade e expansão de suas operações naquela região.
Este ano, o Super Terminais prevê aportes de aproximadamente R$ 400 milhões em modernização de ativos, ampliação de capacidade e incorporação de tecnologias mais limpas, incluindo novos guindastes e a eletrificação gradual da frota de caminhões.
“Estamos diante de mudanças estruturais em nossa sociedade. A logística precisa ser, ao mesmo tempo, mais eficiente e sustentável. Por isso, investimos em uma usina de gás natural que será um marco e reforça o papel da Amazônia como parte da solução logística do país”, adianta Marcello Di Gregorio, diretor-geral do Super Terminais.
A iniciativa da usina, com contrato já firmado, permitirá maior previsibilidade energética, redução de emissões e ganho de eficiência operacional. Com investimento de R$ 30 milhões, a usina fornecerá energia elétrica para dez guindastes elétricos – os três primeiros devem chegar em julho. E a expectativa é de que o novo modelo reduza em 17 mil toneladas as emissões de CO² por ano.
Crescimento
Também faz parte dos planos a implantação de um novo porto em Itacoatiara, voltado ao transbordo de grãos, para ampliar a atuação da companhia no Arco Norte e reforçar o papel da região como corredor estratégico para o escoamento da produção agrícola brasileira. A iniciativa contribui para a redução de distâncias logísticas, custos e emissões, além de aumentar a resiliência da matriz de transporte nacional.
Em 2025, o terminal movimentou 300.723 TEUs, registrando uma alta de 13% em relação ao ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). No mesmo período, a movimentação total de cargas avançou de 1,8 milhão para 2,4 milhões de toneladas, crescimento de 33,3%.
“Manaus é hoje o principal hub industrial de contêineres da Amazônia, conectado por cabotagem aos principais portos do país. A logística aqui não é acessória — é parte central da engrenagem econômica. E é nesse contexto que seguimos investindo para ampliar a capacidade, a eficiência e a sustentabilidade”, ressalta Di Gregorio.

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