Inflação a vista – O mundo continua em crises sem fim. A atual deriva do fechamento parcial, as vezes bloqueio, do Estreito de Ormuz, o caminho mais estratégico dos barris de petróleo Brent, resultado do conflito no Irã e das dificuldades crescentes de os petroleiros passarem por aquele gargalo. O fato é que o barril disparou no mercado internacional para mais de US$ 100,00.
“Para o investidor, esse cenário se traduz em maior volatilidade, especialmente em ações de empresas do setor de energia, câmbio e a inflação global. A alta do petróleo pode beneficiar petroleiras e exportadores de commodities, mas também pressiona custos industriais e pode influenciar decisões de juros em diversas economias, afetando outros ativos como renda fixa e bolsas”, alerta dado por Paulo Cunha, CEO da iHUB Investimentos.
Para os transportadores, mais dores de cabeça. O diesel ensaia uma decolagem, carregando como rabiola a necessidade do reajuste do valor do frete. E não é para menos o diesel sozinho representa entre 40 a 60% dos custos variáveis, além de interferir nos preços de lubrificantes, pneus etc.
